1. O problema dos cases inventados
Um case com «+230% de alcance» e «3,2x de ROI» sem nome de marca, datas, screenshots ou metodologia não é prova. É marketing. Normaliza a mentira no setor e empurra marcas para comparar campanhas com benchmarks que não existem.
Quando um número é bom de mais para ser verdade, costuma ser exatamente isso: bom de mais.
2. O que publicamos em vez disso
Enquanto não tivermos campanhas concluídas com autorização do cliente e dados auditáveis, não publicamos resultados. Publicamos processo, metodologia e benchmarks de mercado com fontes. A nossa calculadora mostra intervalos, não certezas.
Quando houver um número para mostrar, ele vem com o nome do cliente, o formato, o mercado e o contexto. Se o resultado for fraco, também publicamos. Aprender é o ativo.
3. Como avalias uma agência sem cases inventados
Pergunta quatro coisas: qual a metodologia do relatório, como comparam os resultados, quem validou os dados e o que acontece quando a campanha corre mal. Agências boas respondem a todas com nomes e prazos.
Desconfia de quem mostra apenas o melhor trimestre. O processo diz mais sobre a agência do que o screenshot do pico.
4. O nosso compromisso
Vamos publicar os nossos primeiros post-mortems com números reais, incluindo os que ficarem abaixo do esperado, com autorização dos clientes e o mesmo rigor que exigimos aos nossos parceiros.
Enquanto isso, fica o essencial: briefings claros, casting justificado com dados, relatórios comparados com o histórico da tua marca e propostas que dizem o que custa e o que não prometemos.
Perguntas frequentes
Então a PONTEA nunca fez campanhas?
Fizemos e fazemos. Simplesmente não publicamos números de campanhas de clientes sem autorização explícita e sem contexto metodológico. Preferimos não ter secção de cases a inventar resultados.
Como sei se a agência é boa sem ver cases?
Pede o processo por escrito: como escolhem creators, como medem, como reportam e como tratam uma campanha que corre mal. Pedir o media kit com dados de audiência verificados também ajuda a separar o sério do encenado.